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Jovem ribeirinha apoiada pela FAS terá documentário exibido em evento da ONU em NY

 Nascida na RDS Rio Negro e beneficiada com diversas ações promovidas pela FAS, Odenilze Ramos, de apenas 22 anos, assina o filme “Cipó de Jabuti”, com histórias de comunidades da Amazônia

Nascida na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, em Iranduba, no Amazonas, a jovem liderança ribeirinha Odenilze Ramos, de apenas 22 anos, terá um documentário produzido por ela sendo exibido para chefes de Estado na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York. O filme, chamado “Cipó de Jabuti”, narra histórias das comunidades da Amazônia e é fruto do trabalho da jovem em parceria com mais dois coautores. Ela recebe apoio da Fundação Amazonas Sustentável (FAS).

Estudante de Gestão Pública, ativista socioambiental e integrante do Projeto Jovens Protagonistas, implementado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) na RDS do Rio Negro, Odenilze esteve envolvida no processo de apoio à elaboração do roteiro do curta-metragem. Por ela ser amazônida, usou a própria história de criação em sua comunidade para apresentar a Amazônia por meio do olhar da sua gente, trazendo as pessoas e histórias de ribeirinhos como parte fundamental da floresta.

O documentário assinado por ela é um dos nove projetos selecionados para serem exibidos na ONU. “Eu falo da Amazônia como não sendo somente uma causa, e sim como minha casa. O documentário surgiu a partir de um incômodo da minha parte de ver que existe muita gente falando de uma Amazônia que nem sempre é real, e da visão restrita da floresta como sendo só a maior floresta tropical do mundo e esquecendo a principal parte: as pessoas. Queremos contar a história da gente daqui, pessoas da Amazônia falando sobre a Amazônia”, contou a ativista ambiental.

Documentário

Lançado no dia 12 de agosto, o minidocumentário em realidade virtual “Cipó de Jabuti” foi gravado no coração da Floresta Amazônica, dentro da RDS do Rio Negro, uma das 42 Unidades de Conservação (UC) gerenciadas pela Sema e uma das 16 UCs onde a FAS promove ações de conservação ambiental, desenvolvimento sustentável e melhoria de qualidade de vida de populações. A história do curta-metragem narra o cotidiano das comunidades ribeirinhas do Rio Negro, enfatizando como a população local garante um bem-viver entre as pessoas e o ecossistema ao redor delas.

O minidocumentário aborda os temas de sustentabilidade, redução de desigualdades e conservação de tradições regionais. É um trabalho cuja coautoria é compartilhada entre Odenilze Ramos, Rafael Bittencourt e Guilherme Novak, em parceria com membros da Comunidade Global Shapers de todo o Brasil.

Liderança jovem ribeirinha

Com apenas 22 anos, a jovem Odenilze Ramos nasceu e cresceu na comunidade Carão, na RDS do Rio Negro, e, desde a adolescência, participa de projetos de empoderamento comunitário e formação de lideranças jovens na floresta, como os desenvolvidos pela FAS, entre eles Repórteres da Floresta, Intercâmbio de Saberes, Incenturita, Escolas D’Água, Jornada Amazônia, Jovens Indígenas, Agroflorestal, Encontro de Empreendedoras Indígenas, Encontro do Instituto Liberta, Amazon Summer School, Workcamp e Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

Atualmente, Odenilze é uma das mobilizadoras do Projeto Jovens Protagonistas, implementado na RDS do Rio Negro pela Sema, com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

Em um dos seus mais recentes projetos, ela e outros jovens moradores da Unidade de Conservação criaram um manifesto que deu origem ao movimento “Somos Filhos da Floresta”, com objetivo de falar da relação entre a exploração e a desigualdade social na Amazônia a partir da ótica de quem mora e conhece a realidade local. O movimento “Somos Filhos da Floresta” se originou durante a participação de Odenilze e de outros jovens ribeirinhos no evento Intercâmbio de Saberes.

Vaquinha online

Para representar a Amazônia pessoalmente na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, uma vaquinha online foi criada para arrecadar fundos para custear a viagem internacional. A meta é angariar R$ 7 mil. O link para doação é https://www.vakinha.com.br/vaquinha/odenaonu.

*Com informações da assessoria de imprensa da Sema

FAS e instituições fazem carta aberta em defesa do Fundo Amazônia

Instituições reforçam importância do fundo para programas, projetos e atividades de conservação da floresta e interiorização do desenvolvimento sustentável em localidades remotas e com populações vulneráveis

As instituições que subscrevem este documento reforçam a importância do Fundo Amazônia para programas, projetos e atividades de conservação da floresta e interiorização do desenvolvimento sustentável em localidades remotas e com populações vulneráveis na Amazônia e com benefícios para todo o Brasil. Portanto, o Fundo Amazônia deve ser defendido por todos nós.

A Amazônia ocupa a maior parte do território nacional e é lar de 30 milhões de pessoas. Porém todos nós brasileiros dependemos deste que é o maior bioma do mundo. O território é bem diverso e complexo: há produtores de grande e médio portes, agricultores familiares, ribeirinhos, extrativistas e povos indígenas. Em comum entre eles, existe o desafio de manejar os recursos naturais para geração de renda e negócios, tanto para fins privados quanto comunitários e coletivos.

O que os diferencia, porém, é a forma de lidar com esse ambiente. Porque a Amazônia se impõe às decisões que cada um toma em seu dia a dia: se, para alguns, a floresta é um obstáculo para o desenvolvimento, para muitos ela é a base de sua vida e, como tal, deve ser conservada e manejada de maneira sustentável.

Nesse sentido, os recentes debates sobre o Fundo Amazônia, ainda que equivocados, geram ocasião para analisar os seus impactos sobre a conservação da floresta e o desenvolvimento de cadeias produtivas, assim como são uma oportunidade para a sociedade brasileira ter contato com temas relacionados ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Ações de comando e controle são o primeiro passo nesse sentido e foram implementadas pelo Governo Brasileiro anos atrás — que resultou na queda significativa do desmatamento entre 2004 e 2015. Entretanto essas ações têm limitação de eficácia; portanto é preciso programas e projetos estruturantes para a promoção de uma nova agenda de desenvolvimento para a região, com inclusão social e produtiva.

Hoje o Fundo Amazônia financia 103 projetos implementados por órgãos governamentais (38), instituições de pesquisa (6), organizações da sociedade civil (58) e organismo internacional (1). Dos R$ 1,8 bilhões comprometidos pelo Fundo Amazônia, órgãos públicos (federal, estadual e municipal) representam 60% e organizações da sociedade civil pouco menos de 37%. Tais projetos são analisados tecnicamente por uma equipe de profissionais do BNDES. A aprovação desses projetos se dá por meio de um processo técnico, objetivo e transparente. Todos os projetos tiveram que desenvolver argumentos e lógicas de intervenção baseadas nas estratégias e eixos temáticos definidos pelo Governo Brasileiro (por meio do Fundo Amazônia e o Ministério do Meio Ambiente) e integradas às políticas públicas municipais, estaduais e federais.

Nos últimos dez anos, as instituições signatárias desta carta trabalham e promovem:

– O apoio de mais de 3 mil projetos e empreendimentos de geração de renda sustentável tomaram corpo e entregaram resultados;

– Retorno de R$ 26 milhões foram obtidos pela comercialização de produtos sustentáveis de base florestal;

– A valorização da agricultura familiar, com mais de 15 mil famílias, fomentando o uso do solo sustentável;

– A realização de quinze feiras de produtos sustentáveis, que aproximaram quem produz de quem consome, aumentando a segurança alimentar, a diversificação de cardápio dinamizando a economia da Amazônia;

– A estruturação e fortalecimento de Rede de Sementes nativas envolvendo 700 coletores, gerando R$ 2 milhões em renda e contribuindo com a restauração de 6 mil hectares;

– Apoio à conservação de 100 milhões de hectares com ações de empoderamento e capacitação para geração de renda com as populações que ali vivem;

– Redução de desmatamento em 67% nas taxas de desmatamento (2000-2017) em unidades de conservação estaduais no Amazonas atendidas.

Os efeitos positivos dos projetos executados têm impactos além das datas de suas respectivas conclusões: tal qual uma pedra jogada num lago, elas inspiram outros públicos a seguir o mesmo caminho sustentável, além de promoverem a economia local em médio e longo prazos. O desafio está longe do fim e é preciso integrar programas, projetos e ações de todos os setores para que o objetivo final do Governo Brasileiro, e de todos os cidadãos do planeta, seja alcançado: conservação plena da Amazônia para continuidade do fornecimento de serviços ambientais (água, regulação climática), produtos da floresta (açaí, copaíba, farinha de mandioca, Pirarucu etc.) e a valorização dos povos da floresta e seus conhecimentos.

Subscrevem à esta carta as seguintes organizações não-governamentais (em ordem alfabética):

Fundação Amazonas Sustentável (FAS)

Instituto Centro de Vida (ICV)

Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Conservação da Amazônia (Idesam)

Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora)

Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam)

Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE)

Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon)

Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)

Instituto Ouro Verde (IOV)

Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN)

Instituto Socioambiental (ISA)

Operação Amazônia Nativa (OPAN)

FAS lanca novo site

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Conselho da Abio se reúne para elaborar planejamento estratégico voltado à bioeconomia na Amazônia

Dentre as pautas da reunião estavam a criação do plano estratégico institucional voltado para o desenvolvimento econômico, redução de desigualdades sociais e conservação ambiental da região amazônica.

Membros do Conselho de Administração (CAD) da Aliança para a Bioeconomia da Amazônia (ABio) estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira (15), na Reitoria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), em Manaus. Dentre as pautas da reunião estavam a criação do plano estratégico institucional voltado para o desenvolvimento econômico, redução de desigualdades sociais e conservação ambiental da região amazônica.

A reunião contou com a participação dos secretários Jório Veiga, da Secretaria de Estado de Planejamento, Ciência e Tecnologia (Seplancti), Eduardo Taveira, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Tatiana Schor, secretária Adjunta Executiva de Ciência e Tecnologia, Sérgio Luz, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Leonardo Monteiro, do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam), Cleto Leal, da Universidade do Estado do Amazonas, Marco Giágio, da Certi e Maria Goreth Falcão, da Rami.

Durante a elaboração do plano estratégico, ressaltou-se a importância de pensar a bioeconomia a partir do potencial social e econômico da biodiversidade da Amazônia, tanto no manejo quanto no cultivo, para desempenhar função de destaque no desenvolvimento integrado da região.

Além do Ifam, participaram da reunião representantes das seguintes instituições: Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), Instituto Leônidas & Maria Deane (Fiocruz Amazônia), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Rede Amazônia em Prol do Empreendedorismo e da Inovação (Rami), Universidade Nilton Lins, Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) e Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação (Certi da Amazônia).

“Essa foi uma reunião histórica porque marca a construção de um plano de trabalho da Abio como instituição independente capaz de contribuir políticas públicas de bioecnomia na amazonia nas diferentes instâncias”, sugeriu o superintendente-geral da FAS, Virgílio Viana.

Na ocasião, foram servidos produtos de inovação tecnológica do Ifam, como vinho de polpa de açaí, cervejas e geleias produzidas a partir de vários sabores amazônicos.

Criação e finalidades da ABio

Instituída em 4 de outubro de 2018, a ABio é uma pessoa jurídica de direito privado, na forma de associação civil de fins não lucrativos. A Aliança tem a participação direta de profissionais de diversas formações e atuações comprometidos com o desenvolvimento de uma nova economia para a Amazônia.

Uma das finalidades da Abio é estimular a Bioeconomia na Amazônia, por meio de um conjunto de ações e projetos que priorizam os arranjos produtivos locais com foco na sustentabilidade e preservação da Amazônia.

*Com informações da assessoria de imprensa do Ifam

Delegação do banco alemão KfW visita ações sustentáveis em comunidades ribeirinhas no Amazonas

Iniciativas como o Programa Bolsa Floresta e empreendimentos de turismo de base comunitária, beneficiados com recursos do Fundo Amazônia, puderam ser conhecidas de perto pelo banco investidor

Ações sustentáveis desenvolvidas em comunidades ribeirinhas no Amazonas, dentro de Unidades de Conservação (UC) do Estado, puderam ser conhecidas nesta quarta (15) e quinta-feira (16) pela delegação do banco alemão KfW, instituição bancária estatal da Alemanha e uma das maiores apoiadoras do Fundo Amazônia, fundo que capta doações para iniciativas de conservação ambiental e uso sustentável na Amazônia. A visita teve o objetivo de averiguar a aplicação de recursos do Fundo Amazônia em ações sustentáveis.

Uma dessas iniciativas é o Programa Bolsa Floresta (PBF), uma política pública criada e implementada pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS) que recompensa populações ribeirinhas e indígenas moradoras de UCs por assumirem o compromisso contra o desmatamento da floresta. O programa, que também ajuda a melhorar a qualidade de vida das populações, é desenvolvido atualmente em 16 Unidades de Conservação do Estado, com cooperação estratégica da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

Durante dois dias a comitiva de técnicos do banco KfW, formada por alemães e brasileiros, visitou duas comunidades ribeirinhas, a do Tumbira e a do Santa Helena do Inglês, situadas dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, no município de Iranduba, e onde funcionam empreendimentos turísticos gerenciados pelos próprios ribeirinhos e desenvolvidos com recursos do Bolsa Floresta (PBF), com apoio técnico da FAS.

Os empreendimentos turísticos são uma oportunidade de geração de renda alternativa à exploração não-sustentável dos recursos da floresta, como a Pousada Garrido, na comunidade Tumbira. “É extraordinário o que eles fazem aqui. Vamos voltar semana que vem para a Alemanha e ninguém vai acreditar no que vimos. Por isso gravamos tudo. Tudo o que fazem aqui é muito importante”, ponderou Joachim Nagel, um dos diretores do KfW presente na visita.

O superintendente-geral da FAS, Virgílio Viana, ressaltou a importância do apoio do banco alemão KfW a ações sustentáveis na Amazônia. “A FAS apoia a atividade de turismo desde o início. Quando a gente começou no turismo de base comunitária aqui só tinha a casa (pousada) do Garrido. Hoje cresceu e são três famílias, com três pousadas. Queremos fazer o turismo uma atividade importante para o futuro da região e espero que nossos visitantes, os alemães, possam levar para casa a mensagem de que aqui é um lugar especial”.

A representante do Fundo Amazônia, Angela Albernaz Skaf, também acompanhou a visita da comitiva do KfW.

Orquestra de violões

Ao final da visita da delegação do banco KfW, os turistas alemães e os próprios moradores da comunidade ribeirinha do Tumbira puderam assistir, juntos, a apresentação de um espetáculo da Orquestra de Violões do Amazonas (Ovam), como parte da programação do 22º Festival Amazonas de Ópera (FAO), promovido pelo Governo do Amazonas, através da Secretaria de Estado de Cultura (SEC).

O aposentado Raimundo Antério Alves, de 72 anos, morador do Tumbira, assistiu pela primeira vez na vida a apresentação de uma orquestra. “Eu achei maravilhoso. Nasci e cresci no Tumbira e nunca tinha visto assim de perto alguém tocando esses instrumentos, foi a coisa mais linda”, disse Antério, beneficiado pelo Programa Bolsa Floresta (PBF).

FAS abre vagas para profissionais de música, informática, educação física e artesanato em Eirunepé

As oportunidades fazem parte do Programa de Desenvolvimento Integral da Criança e do Adolescente Ribeirinho da Amazônia (DICARA). As inscrições encerram em datas diferentes.

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) está selecionando profissionais para vagas de emprego no município de Eirunepé, distante a 1.160 quilômetros de Manaus, para atuação dentro do Programa de Desenvolvimento Integral da Criança e do Adolescente Ribeirinho da Amazônia (DICARA). As oportunidades são para prestador de serviços em atividades administrativas, música, informática, educação física e artesanato. As inscrições encerram em datas diferentes.

Administrativo

A oportunidade para prestador de serviços em atividades administrativas tem como função aplicar questionário de linha de base com famílias de crianças e adolescentes no bairro Santo Antônio, no município de Eirunepé, para subsidiar atividades do projeto DICARA.

São requisitos morar em Eirunepé, ter escolaridade nível Médio, experiência em atividades administrativas e disponibilidade de trabalho por um período mínimo de 60 dias.

As propostas devem ser encaminhadas para e-mail o rh@fas-amazonas.org até quinta-feira (16) com título de mensagem “Linha de Base – Eirunepé”. Apenas os candidatos selecionados serão contatados. Confira o edital aqui.

Música

A vaga para prestador de serviços em música tem como função ministrar cursos e oficinas de violão para crianças e adolescentes ribeirinhos na zona rural de Eirunepé, elaborando plano de aula, material e ferramentas pedagógicas para aulas teóricas e práticas. O prestador deverá ministrar 160 horas de aula de violão, sendo três horas pela manhã e três horas pela tarde, durante o período de três meses; elaborar relatório de frequência e desempenho dos alunos e assessorar os participantes em apresentações musicais.

São requisitos morar em Eirunepé, ter escolaridade nível Médio, experiência como instrutor em música e experiência em atividades com comunidades ribeirinhas. Os instrumentos e ferramentas musicais serão fornecidas pela FAS e as áreas de atuação serão nas comunidades Santo Amaro, Ubim e Extrema.

As propostas devem ser encaminhadas para o e-mail rh@fas-amazonas.org até a próximo domingo (19) com título da mensagem “Instrutor de música – Eirunepé”. Apenas os candidatos selecionados serão contatados. Confira o edital aqui.

Informática

A vaga para prestador de serviços em informática tem como função ministrar cursos e oficinas de informática básica para crianças e adolescentes ribeirinhos na zona rural de Eirunepé, elaborando plano de aula, material e ferramentas pedagógicas para aulas teóricas e práticas. O prestador deverá ministrar 360 horas de aula, sendo três horas pela manhã e três horas pela tarde, durante o período de três meses; elaborar relatório de frequência e desempenho dos alunos e assessorar os participantes.

São requisitos morar em Eirunepé ou ter disponibilidade, ter escolaridade nível Médio, experiência como instrutor em informática e experiência em atividades com comunidades ribeirinhas. Os instrumentos e ferramentas musicais serão fornecidas pela FAS.

As propostas devem ser encaminhadas para o e-mail rh@fas-amazonas.org até a próximo domingo (19) com título da mensagem “Instrutor de informática – Eirunepé”. Apenas os candidatos selecionados serão contatados. Confira o edital aqui.

Educação física

A vaga para prestador de serviços em educação física tem como função ministrar cursos e oficinas de capacitação sobre condutas e regras de esporte e lazer para professores, crianças e adolescentes da zona urbana de Eirunepé, elaborando plano de aula e material pedagógico para aulas teóricas e práticas. O prestador deverá ministrar 160 horas de aula de esporte, sendo três horas pela manhã e três horas pela tarde, durante três meses, de 30 de maio a 30 de agosto; elaborar relatório de frequência e desempenho dos alunos e assessorar os participantes em apresentações.

São requisitos ter escolaridade nível Superior em educação física e experiência na coordenação de atividades esportivas e em capoeira com crianças e adolescentes. Os instrumentos e ferramentas serão fornecidos pela FAS.

As propostas devem ser encaminhadas para o e-mail rh@fas-amazonas.org até a próxima segunda-feira (20) com título da mensagem “Instrutor de esporte – Eirunepé”. Apenas os candidatos selecionados serão contatados. Confira o edital aqui.

Artesanato

A vaga para prestador de serviços em artesanato tem como função ministrar cursos e oficinas de artesanato para crianças e adolescentes ribeirinhos na zona urbana de Eirunepé, visando a formação de empreendedores e elaborando plano de aula, material e ferramentas pedagógicas para aulas teóricas e práticas. O prestador deverá ministrar 160 horas de aula de violão, sendo três horas pela manhã e três horas pela tarde, no período de três meses, de 30 de maio a 30 de agosto; elaborar relatório de frequência e desempenho dos alunos e assessorar os participantes em exposições artísticas.

São requisitos morar em Eirunepé, ter escolaridade nível Médio, experiência como instrutor de artesanato e com atividades em comunidades ribeirinhas. Os instrumentos e ferramentas serão fornecidos pela FAS.

As propostas devem ser encaminhadas para o e-mail rh@fas-amazonas.org até a próxima segunda-feira (20) com título da mensagem “Instrutor de artesanato – Eirunepé”. Apenas os candidatos selecionados serão contatados. Confira o edital aqui.

Fundação

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) é uma organização não-governamental que desde 2008 promove ações de desenvolvimento sustentável, conservação ambiental e melhoria de qualidade de vida de populações que vivem em Unidades de Conservação (UC) no Amazonas. Por meio de programas e projetos, a FAS reduz o desmatamento em áreas de conservação e beneficia 39.948 pessoas em 581 comunidades ribeirinhas.

Oportunidade para prestador de serviços no interior

FAS está selecionando um profissional de pessoa física para atuar no Programa de desenvolvimento integral da criança e do adolescente ribeirinho da Amazônia – DICARA.

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) está selecionando um profissional de pessoa física para atuar como apoio do programa DICARA. As inscrições podem ser feitas até quinta-feira (16). O profissional será responsável por aplicar a linha de base com as famílias de crianças e adolescentes no bairro Santo Antônio no município de Eirunepé para subsidiar as atividades do projeto DICARA com fonte de recurso do FUMCAD.

Oportunidade N.0432019 – Linha de base – Eirunepé

As propostas deverão ser encaminhadas pelo correio eletrônico: rh@fas-amazonas.org no período 13/05/2019 à 16/05/2019. No título da mensagem de e-mail deve constar: “Linha de Base – Eirunepé ”.

FAS seleciona consultores de informática e música para prestação de serviços no interior

FAS está selecionando dois profissionais de pessoa física para atuarem como instrutores de informática e música no Programa DICARA.

A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) está selecionando dois profissionais de pessoa física para para atuarem como instrutores de música e informática para crianças e adolescentes ribeirinhos. As inscrições podem ser feitas até a próxima segunda-feira (19). Os instrutores elaborarão o plano de aula, os materiais e ferramentas pedagógicas para realização das aulas teóricas e práticas do projeto com fonte de recurso do FUMCAD de Eirunepé.

O candidato deverá comprovar grau de escolaridade de graduação de acordo com a vaga ou no mínimo de ensino médio com experiência e habilidade comprovadas como instrutor/instrutora nas áreas. Confira os termos de referência e os requisitos. Apenas os candidatos selecionados serão contatados.

Oportunidade N.0442019 – Instrutor de música – Eirunepé

Oportunidade N.0422019 – Instrutor de Informática – Eirunepé

As propostas deverão ser encaminhadas para o correio eletrônico: rh@fas-amazonas.org no período 13/05/2019 à 19/05/2019. No título da mensagem de e-mail deve constar: “Prestador de Serviço – Música – Eirunepé” ou ou “Prestador de Serviço – Informática – Eirunepé”.

FAS leva desenvolvimento sustentável e empreendedorismo ribeirinho da Amazônia para Portugal

Fundação foi uma das instituições participantes do evento “Sentir Amazônia em Portugal”, organizado com objetivo de promover um intercâmbio de saberes e de projetos desenvolvidos na região.

Levar exemplos de ações de desenvolvimento sustentável, de empreendedorismo ribeirinho, de educação e de conservação ambiental na Amazônia para o outro lado do mundo foi o objetivo da participação da Fundação Amazonas Sustentável (FAS) no evento “Sentir Amazônia em Portugal”, realizado na cidade de Lisboa, em Portugal, com propósito de promover um intercâmbio de saberes e de projetos desenvolvidos na região para garantir o futuro da floresta.

O evento, organizado pelo Âmbito Cultural e pela Associação Zagaia Amazônia, contou a parceria e participação da FAS. A programação incluiu paineis e debates sobre diversos temas como territórios, conhecimento tradicional, educação ambiental, preservação das florestas, turismo e empreendedorismo ribeirinho, artesanato e design, literatura e música na Amazônia, além de uma exposição fotográfica.

“O objetivo foi conectar as pontas entre Brasil e Portugal e levar um pouco de Amazônia para o evento, falar dos desafios que a gente tem como ONG dentro da região e encontrar apoiadores para projetos, parceiros e também compartilhar um pouco sobre o que a FAS vem organizando ao longo desses anos”, explicou o coordenador de Empreendedorismo e Negócios Sustentáveis da FAS, Wildney Mourão.

As iniciativas apresentadas pela FAS foram o Empreendedorismo Ribeirinho, com ações de empreendorismo em cadeias produtivas de comunidades ribeirinhas na Amazônia; o Repórteres da Floresta, um projeto que leva práticas de educomunicação e oficinas de rádio, vídeo e produção de texto a jovens ribeirinhos; e a Incubadora de Negócios, que incentiva a criação de empreendimentos em tecnologia e inovação gerenciados por comunitários.

“A FAS é grande referência do Brasil em termo de ONG, sobretudo quando se fala em Amazônia. Foi importante estarmos nesse evento para fortalecer a relação com parceiros e demonstrar como a Amazônia lida com o desenvolvimento sustentável, comunidades tradicionais, empreendedorismo ribeirinho, educação de relevância e todo o arcabouço de projetos que a FAS tem em portfólio, e para buscar novos doadores e apoiadores”, completou Wildney Mourão.

Desde 2008, a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) promove ações de desenvolvimento sustentável, conservação ambiental e melhoria de qualidade de vida de populações que vivem em Unidades de Conservação (UC) no Amazonas. Por meio de programas e projetos, a FAS conseguiu reduzir o desmatamento nas áreas de UCs em que atua e também beneficiou 39.948 pessoas em 581 comunidades ribeirinhas.